I am a moody person. I don't think I'm as outwardly moody and irritable as some people I know, but I suppose there must be some of that. It's just that every two or three weeks, I become internally "dark" for a few days (or a week at the worst).
At these times, it feels like I have an overwhelming number of things that I need to do that I don't have the time and energy to take on. Certainly, that's true since I have a tremendous number of projects I make to take on at work, at home, and personally. However, while that's always true, it's only in these "moody" periods that I feel especially overwhelmed and depressed about it. Of course, feeling like that doesn't make me feel like actually doing anything... so, it's very pointless and self-defeating.
This weekend I've been feeling sick. On top of the sickness, I can feel the moody depression coming on today ( and tomorrow .. ). I should be relaxing and looking forward to taking on any of the interesting projects I can get to this coming week... appreciating what's in front of me and not worrying about the rest. However, I can think those things on an intellectual level, but I don't feel that way on an emotional level. I suspect there's some body-chemistry component to it.
I'll keep working on it from the intellectual angle. Maybe I can just let myself be moody and not think about it so much. I wonder what that would feel like.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Sinceramente, eu não sei decifrar.
Estou na ponta da faca dos açogueiros da madrugada; no amor da mais insensível das prostitutas; no ator que não sabe mentir; no medo de altura do piloto; na timidez do presidente; da descrença do líder religioso; da rouquidão da cantora; na falta de talento para a natação do salva-vidas; num jogador burro; num economista que conta só até dez; num relógio que conta meses; numa anestesia malfadada que faz sentir tudo, até esse amor que sinto, incompreensível. Estou nisso tudo. E não existe. Estou no doce do Oceano Atlântico, na parafina do esquimó, na gaiatice do europeu; na honestidade do juiz. Estou ali, bem ali, pertinho. Sou a mosca morta ao teu pé. E nem tem pé. Que cai. Recai. Sou tudo que é invisível. Nada. Uma pessoa feliz com lapsos de depressão ou um ser depressivo com espaços curtos de sorrisos sinceros?

É só um tal de disse-num-disse(...)
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
procurando um caminho pra seguir uma direção ♪
Rodas, bancos, volante. Ônibus. Pessoas, preocupações, rumos.
Destino. Uma mesma rota, no entanto caminhos distintos. Carências, experiências, ou a falta dela. Atalhos. Problemas: mínimos, médios, todos juntos em um só trajeto. O trajeto de uma vida, de um marco. Ponto de partida, ponto de chegada. O ir e o vir de um ciclo, ciclo interminável. Anciões, jovens, mulatos, mamelucos. Pessoas. Sentimentos. Pensamentos que se multiplicam a cada metro, a cada curva, a cada girar das rodas; bancos, volante. Ônibus.
Destino. Uma mesma rota, no entanto caminhos distintos. Carências, experiências, ou a falta dela. Atalhos. Problemas: mínimos, médios, todos juntos em um só trajeto. O trajeto de uma vida, de um marco. Ponto de partida, ponto de chegada. O ir e o vir de um ciclo, ciclo interminável. Anciões, jovens, mulatos, mamelucos. Pessoas. Sentimentos. Pensamentos que se multiplicam a cada metro, a cada curva, a cada girar das rodas; bancos, volante. Ônibus.
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