Eu tento preencher minha vida com o vazio das palavras das músicas que ouço. Eu tento caminhar com as próprias pernas a fim de não depender do caminho que meus dedos seguirão. Eu tento engolir as lágrimas para não aguar o construído. Eu tento não olhar para trás, porque só o passado tem o poder de remeter-me às mais diversas sensações e ocasiões, e minha mente e meu coração continuam sempre me dizendo “tente nunca se lembrar do que foi ruim”. Eu tento sorrir com um ar falso de compaixão a fim de jamais ferir os já feridos. Muitas vezes eu não consigo isso. Eu tento me segurar enquanto miro meus olhos que mesmo sem poder falar uma só palavra, dizem tudo, toda verdade omitida pela fala. Será que todos estão pensando que tenho as mesmas preocupações fúteis de uma sociedade falida? Oh não, oh sim. Penso no indiferente, no acabado, no que farei, no que deixei de falar e no que eu gostaria de ter feito. Ofensas vindas de todo lado que hoje me divertem. Ligava, liguei, não ligo mais, não ligarei. Quem se importa? O que me importa ? Me importar tentar seguir em frente. Minha auto-destruição é a minha única luta, porque eu não jogo para perder. Nunca fui o que quis. Nunca quis o que fui. Nunca fui invadido por uma felicidade duradoura. E nunca fizeram questão de tentar. Mas eu tentei tudo o que não tive. Pensei em todos os detalhes que não deram certo, os que estão dando certo e os que, futuramente, darão e não darão certo.Gosto de coisas simples, como ler frases bonitas, pensar e realizar, querer e poder, sentir que sou o que não sou para me satisfazer, escutar o que expresse o que está dentro de mim, fazer o que eu tenho vontade, escrever o que sinto, ser quem as pessoas não podem deixar pra trás, amar infinitamente, sentir, reciprocidade de sentimentos bonitos, olhar a lua, pensar e transmitir, rir, fazer rir, frases feitas, felicidade instantânea, sentir uma brisa de felicidade, ouvir uma música agitada e dançar, ouvir uma música linda e chorar, ouvir uma música legal e mexer as mãos, agitar os dedos, falar uma coisa, sentir outra, fazer as pessoas felizes, fazer as pessoas se sentirem mal, arrancar seus vestígios de mim, sentir bem estar, conversar e mostrar o quanto eu posso qualquer coisa que eu quiser.Mas sou uma pessoa substituta, quase nada é possível quando eu estou lúcido. Já cheguei a pensar que eu me amasse de verdade mas, talvez eu esteja me afogando e eu esteja apenas nadando em volta de mim. Acho que eu não entendo o que eu falo porque vivo muitos substitutos o tempo todo. Say It Right.
- Baseado em Marcos Moraes;
sábado, 15 de novembro de 2008
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
um amor e a lei natural das coisas, um ciclo.
Você acredita no Destino ?
O Destino, geralmente, é concebido como uma sucessão inevitável de acontecimentos
provocados ou desconhecidos. O destino é muito usado para tentar explicar o absurdo dos acontecimentos existênciais.
Eu não, não acreditava. E não acreditaria, até; então. Até o Destino juntar nossas vidas.
Eu não sei o porquê de ter te adicionado no orkut, tampouco no msn. Eu não sei como
que os assuntos entre nós sempre tendiam ao infinito. Eu não sei como eu fiquei tão viciado
em você. Eu não sei como eu me apaixonei por você, quer dizer: Isto eu sei. Talvez tenha sido por aquelas demonstrações públicas diárias de amor por depoimento, ou por conseguir me fazer sorrir nos dias que eu mais quis chorar. Quem sabe por me ouvir, ouvir meus surtos de eu sou o foda, ou meus surtos de querer acabar com alguém. Mas eu duvido. Não foi só isso. Eu comecei a te amar sem você perceber, sem eu notar. Foram os outros, que falavam que a gente ficaria junto um dia que me fizeram refletir e pensar: não, não pode; ela é minha amiga, minha confidente. E só em pensar assim eu cai em mim, e aquele sentimento que comparo com uma bola de neve, tomou proporções significativas. Que só em ver você conversando com alguém, que não seja eu, me cortava por dentro,me apertava os pulmões, me fazia sair mais cedo da escola e no dia seguinte também. - Por que você saiu cedo? - Tinha exercícios do curso. (porque eu quero você só pra mim, e eu não consigo ver você com alguém sem mim).Ciúmes? Já era obcessão. Mariana é uma pessoa grande, uma pessoa rara, intensa. Daquelas que quando você encontra você tem medo de sair falando porque corre o risco de perder. E por um momento, perdi. Deus abençoe as férias estudantis.Eu quis te ignorar, e não quis. Eu quis brigar, e não quis. Eu quis mesmoque você me odiasse, assim eu não teria que te ver on line, porque vocêjá teria me excluído do msn, eu não teria que ficar reprimindo vontadesde mandar scrap, porque você já teria me excluido da rede de amigos; E não quis.Eu chegava a sonhar, quando nas madrugadas você vinha aqui na minha casa,fazia massagem no meu ombro, nas minhas mãos, no meu rosto. Eu chegavaa imaginar quando.. então você me beijava, virava pra esquerda, e não parava,até então eu pararia e diria: eu te amo. e assim foi. E ali eu te amei, muito. te amei mais do que a mim, te amei como ninguém será capaz de amar outralguém. todas as musicas me fazem lembrar você, você marca tudo a minha volta.eu vou pro curso pensando em aprender mais e te sacanear com palavras diferentes,doce ilusão. Você sabe muito, muito da vida. Eu aprendi muito com você. Eu aprendia vencer um orgulho, eu reaprendi a amar, eu aprendi a conservar uma amizade, eu aprendi que não basta querer, tem que fazer por merecer.É impressionante como uma caloura se tornou especial pra mim.Eu choro ao escrever tudo isso. Eu choro por saber que vivi e amei intensamente.Eu choro por tudo que ainda poderia ser, e não foi. E choro, choro, choro..Dizem que o Destino nos prega uma peça. O Destino me pregou o amor.E ninguém pode interromper a sucessão de acontecimentos impostos por ele.Os nossos caminhos cruzar-se-ão de novo e muitas vezes nos sentiremos perseguidos, não adianta se esconder, o reencontro sempre acontece, o destino nos une novamente,como num ciclo sem fim. E é por isso que eu preciso acreditar no Destino. E eu sou um eterno apaixonado.
Eu nem muito, nem pouco, absurdamente, amovocê;
E Não É Só Um Tal De Disse-Num-Disse.
O Destino, geralmente, é concebido como uma sucessão inevitável de acontecimentos
provocados ou desconhecidos. O destino é muito usado para tentar explicar o absurdo dos acontecimentos existênciais.
Eu não, não acreditava. E não acreditaria, até; então. Até o Destino juntar nossas vidas.
Eu não sei o porquê de ter te adicionado no orkut, tampouco no msn. Eu não sei como
que os assuntos entre nós sempre tendiam ao infinito. Eu não sei como eu fiquei tão viciado
em você. Eu não sei como eu me apaixonei por você, quer dizer: Isto eu sei. Talvez tenha sido por aquelas demonstrações públicas diárias de amor por depoimento, ou por conseguir me fazer sorrir nos dias que eu mais quis chorar. Quem sabe por me ouvir, ouvir meus surtos de eu sou o foda, ou meus surtos de querer acabar com alguém. Mas eu duvido. Não foi só isso. Eu comecei a te amar sem você perceber, sem eu notar. Foram os outros, que falavam que a gente ficaria junto um dia que me fizeram refletir e pensar: não, não pode; ela é minha amiga, minha confidente. E só em pensar assim eu cai em mim, e aquele sentimento que comparo com uma bola de neve, tomou proporções significativas. Que só em ver você conversando com alguém, que não seja eu, me cortava por dentro,me apertava os pulmões, me fazia sair mais cedo da escola e no dia seguinte também. - Por que você saiu cedo? - Tinha exercícios do curso. (porque eu quero você só pra mim, e eu não consigo ver você com alguém sem mim).Ciúmes? Já era obcessão. Mariana é uma pessoa grande, uma pessoa rara, intensa. Daquelas que quando você encontra você tem medo de sair falando porque corre o risco de perder. E por um momento, perdi. Deus abençoe as férias estudantis.Eu quis te ignorar, e não quis. Eu quis brigar, e não quis. Eu quis mesmoque você me odiasse, assim eu não teria que te ver on line, porque vocêjá teria me excluído do msn, eu não teria que ficar reprimindo vontadesde mandar scrap, porque você já teria me excluido da rede de amigos; E não quis.Eu chegava a sonhar, quando nas madrugadas você vinha aqui na minha casa,fazia massagem no meu ombro, nas minhas mãos, no meu rosto. Eu chegavaa imaginar quando.. então você me beijava, virava pra esquerda, e não parava,até então eu pararia e diria: eu te amo. e assim foi. E ali eu te amei, muito. te amei mais do que a mim, te amei como ninguém será capaz de amar outralguém. todas as musicas me fazem lembrar você, você marca tudo a minha volta.eu vou pro curso pensando em aprender mais e te sacanear com palavras diferentes,doce ilusão. Você sabe muito, muito da vida. Eu aprendi muito com você. Eu aprendia vencer um orgulho, eu reaprendi a amar, eu aprendi a conservar uma amizade, eu aprendi que não basta querer, tem que fazer por merecer.É impressionante como uma caloura se tornou especial pra mim.Eu choro ao escrever tudo isso. Eu choro por saber que vivi e amei intensamente.Eu choro por tudo que ainda poderia ser, e não foi. E choro, choro, choro..Dizem que o Destino nos prega uma peça. O Destino me pregou o amor.E ninguém pode interromper a sucessão de acontecimentos impostos por ele.Os nossos caminhos cruzar-se-ão de novo e muitas vezes nos sentiremos perseguidos, não adianta se esconder, o reencontro sempre acontece, o destino nos une novamente,como num ciclo sem fim. E é por isso que eu preciso acreditar no Destino. E eu sou um eterno apaixonado.
Eu nem muito, nem pouco, absurdamente, amovocê;
E Não É Só Um Tal De Disse-Num-Disse.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
I have a defect, a serius defect.
I am a moody person. I don't think I'm as outwardly moody and irritable as some people I know, but I suppose there must be some of that. It's just that every two or three weeks, I become internally "dark" for a few days (or a week at the worst).
At these times, it feels like I have an overwhelming number of things that I need to do that I don't have the time and energy to take on. Certainly, that's true since I have a tremendous number of projects I make to take on at work, at home, and personally. However, while that's always true, it's only in these "moody" periods that I feel especially overwhelmed and depressed about it. Of course, feeling like that doesn't make me feel like actually doing anything... so, it's very pointless and self-defeating.
This weekend I've been feeling sick. On top of the sickness, I can feel the moody depression coming on today ( and tomorrow .. ). I should be relaxing and looking forward to taking on any of the interesting projects I can get to this coming week... appreciating what's in front of me and not worrying about the rest. However, I can think those things on an intellectual level, but I don't feel that way on an emotional level. I suspect there's some body-chemistry component to it.
I'll keep working on it from the intellectual angle. Maybe I can just let myself be moody and not think about it so much. I wonder what that would feel like.
At these times, it feels like I have an overwhelming number of things that I need to do that I don't have the time and energy to take on. Certainly, that's true since I have a tremendous number of projects I make to take on at work, at home, and personally. However, while that's always true, it's only in these "moody" periods that I feel especially overwhelmed and depressed about it. Of course, feeling like that doesn't make me feel like actually doing anything... so, it's very pointless and self-defeating.
This weekend I've been feeling sick. On top of the sickness, I can feel the moody depression coming on today ( and tomorrow .. ). I should be relaxing and looking forward to taking on any of the interesting projects I can get to this coming week... appreciating what's in front of me and not worrying about the rest. However, I can think those things on an intellectual level, but I don't feel that way on an emotional level. I suspect there's some body-chemistry component to it.
I'll keep working on it from the intellectual angle. Maybe I can just let myself be moody and not think about it so much. I wonder what that would feel like.
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Sinceramente, eu não sei decifrar.
Estou na ponta da faca dos açogueiros da madrugada; no amor da mais insensível das prostitutas; no ator que não sabe mentir; no medo de altura do piloto; na timidez do presidente; da descrença do líder religioso; da rouquidão da cantora; na falta de talento para a natação do salva-vidas; num jogador burro; num economista que conta só até dez; num relógio que conta meses; numa anestesia malfadada que faz sentir tudo, até esse amor que sinto, incompreensível. Estou nisso tudo. E não existe. Estou no doce do Oceano Atlântico, na parafina do esquimó, na gaiatice do europeu; na honestidade do juiz. Estou ali, bem ali, pertinho. Sou a mosca morta ao teu pé. E nem tem pé. Que cai. Recai. Sou tudo que é invisível. Nada. Uma pessoa feliz com lapsos de depressão ou um ser depressivo com espaços curtos de sorrisos sinceros?

É só um tal de disse-num-disse(...)
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
procurando um caminho pra seguir uma direção ♪
Rodas, bancos, volante. Ônibus. Pessoas, preocupações, rumos.
Destino. Uma mesma rota, no entanto caminhos distintos. Carências, experiências, ou a falta dela. Atalhos. Problemas: mínimos, médios, todos juntos em um só trajeto. O trajeto de uma vida, de um marco. Ponto de partida, ponto de chegada. O ir e o vir de um ciclo, ciclo interminável. Anciões, jovens, mulatos, mamelucos. Pessoas. Sentimentos. Pensamentos que se multiplicam a cada metro, a cada curva, a cada girar das rodas; bancos, volante. Ônibus.
Destino. Uma mesma rota, no entanto caminhos distintos. Carências, experiências, ou a falta dela. Atalhos. Problemas: mínimos, médios, todos juntos em um só trajeto. O trajeto de uma vida, de um marco. Ponto de partida, ponto de chegada. O ir e o vir de um ciclo, ciclo interminável. Anciões, jovens, mulatos, mamelucos. Pessoas. Sentimentos. Pensamentos que se multiplicam a cada metro, a cada curva, a cada girar das rodas; bancos, volante. Ônibus.
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
ACHADOS E PERDIDOS
O perigo está em mostrarmos o que somos.O perigo está em cairmos no erro de nos mostrarmos e às pessoas erradas. Isso é quase pecado, quase um pecado e dos imperdoáveis. Ensinam-nos, desde pequeninos a sermos o que quer que seja, mas nunca a mostrar; só depois de estudar, só depois de casarmos e só quando provarmos a nossa capacidade em deixar descendência e só quando tivermos um emprego (bom de preferência). Só se mostra o que se quer ver.
É dificil. Parece fácil e é fácil criticar e vive-se cheio de preocupações assim, com a máscara meio posta e meio levantada. Desde pequenino ensinado e para nada. Desperdícios. Não tenho a minha máscara. Deixei-a numa festa qualquer. Em cima de uma mesa qualquer. Ao lado de um copo e de outra máscara qualquer. Não voltei a reavê-la. Estará numa qualquer caixa que diga: "perdidos e achados-máscaras". Se alguém parar defronte a ela, não me devolva, não preciso dela para nada. Mostro-me sem máscaras. Mas só mostro o que quero que se veja: a mim.
É só um tal de disse-num-disse(...)
terça-feira, 19 de agosto de 2008
A M O R P A T E R N O
Quando eu atingir a minha estabilidade financeira, encontrar a mulher da minha vida, casar e, enfim, ter filhos, eu vou querer viver para eles, e com eles. Eu quero poder abraçar meu filho e dizer à minha filha que eu a amo muito.
Quero ser amigo dos meus filhos. Quando um deles estiver cabisbaixo ou triste, eu discutirei seus problemas de igual para igual, seja a amiguinha de uma que puxou o cabelo dela, ou o "garoto grande" da quinta série que "mii chamô dii burro, paai".
Quando eles estiverem no período de prova, quero reaprender ciências e estudos sociais, matemática e geometria, geografia e história, quero tomar o ponto e quero ver os dois sabendo tudo na ponta da língua, e se não souberem também não faz mal. Quero ser amigo dos meus filhos. Quando no colégio tiver a comemoração dos dias dos pais, e eles estiverem lá.. vestidos como adultos: um como empresário, a outra como uma engenheira e ambos cantando a música Pai do Fábio Jr., quero e vou chorar, na frente de todos os outros pais se fazendo de durões, quero mostrar aos meus filhos o quanto é bom tê-los e estar com eles em todos os momentos da minha vida.
Quero dicutir com eles qual rumo seguir na vida, falar sobre namoros na adolescência, falar sobre futebol sem entender nada com meu filho, falar sobre sexo com a minha filha. Quero ser amigo dos meus filhos;
e antes de mais nada, dá a eles o que eu nunca tive: Amor Paterno.
É só um tal de disse-num-disse (...)
Quero ser amigo dos meus filhos. Quando um deles estiver cabisbaixo ou triste, eu discutirei seus problemas de igual para igual, seja a amiguinha de uma que puxou o cabelo dela, ou o "garoto grande" da quinta série que "mii chamô dii burro, paai".
Quando eles estiverem no período de prova, quero reaprender ciências e estudos sociais, matemática e geometria, geografia e história, quero tomar o ponto e quero ver os dois sabendo tudo na ponta da língua, e se não souberem também não faz mal. Quero ser amigo dos meus filhos. Quando no colégio tiver a comemoração dos dias dos pais, e eles estiverem lá.. vestidos como adultos: um como empresário, a outra como uma engenheira e ambos cantando a música Pai do Fábio Jr., quero e vou chorar, na frente de todos os outros pais se fazendo de durões, quero mostrar aos meus filhos o quanto é bom tê-los e estar com eles em todos os momentos da minha vida.
Quero dicutir com eles qual rumo seguir na vida, falar sobre namoros na adolescência, falar sobre futebol sem entender nada com meu filho, falar sobre sexo com a minha filha. Quero ser amigo dos meus filhos;
e antes de mais nada, dá a eles o que eu nunca tive: Amor Paterno.
É só um tal de disse-num-disse (...)
R E G R E S S O
Regresso pela vontade de escrever, de me conciliar com o tempo e com as palavras. Regresso com a noção que tenho que viver muito mais para traduzir o que sinto e os pensamentos que saltam pela cabeça. Regresso em querer ir mais além, todavia sem saber qual a direção ou o atalho seguir.
Os dias passam e com eles aprendo, sem saber o quê, mas alguma coisa deve ser. Tudo o que implique pensar e, ou refletir, dizer tudo, ora não dizer nada; são os meus pensamentos e por eles estou regressando a escrever.
É só um tal de disse-num-disse (...)
Os dias passam e com eles aprendo, sem saber o quê, mas alguma coisa deve ser. Tudo o que implique pensar e, ou refletir, dizer tudo, ora não dizer nada; são os meus pensamentos e por eles estou regressando a escrever.
É só um tal de disse-num-disse (...)
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